sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

-Pronto...passou.
Eu disse, depois de soprar o joelho ralado de Juliana.
-Crianças não são idiotas. - Ela respondeu, buscando um curativo na caixinha de remédios.
Embora ela já estivesse acostumada com esses pequenos acidentes da infância, um ferimento é sempre um ferimento.
-Peguei um a mais para você. - E estendeu a mão me entregando um band-aid.
-Mas pra quê?
-Você sabe, para aqueles ferimentos de adultos. No coração. - Falou.
-Não preciso, obrigada. Ele está bem. - Respondi.
E ela me encarou surpresa.
-Mas que chato!