sábado, 25 de setembro de 2010

- Não sei o que fazer com os meus pés, droga de inquietação!
A inquietação se enroscava nas pernas de Juliana, pedindo carinho, enquanto ela:
Nem queria saber.
- Deixe comigo, Juliana – Eu disse. E peguei a inquietação e a coloquei em meu colo.
- Shh, shh – Eu disse, e a acalmei, até que ela parou de ser ela mesma.
E tudo ficou em silencio, na mais perfeita harmonia.
E Finalmente tivemos paz.
Um tempo depois, Juliana me olhou chocada em desacostumo:
-E agora? O que faremos?

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